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Cultura

Peça teatral contribui para formação de mestrandos do Câmpus Anápolis

Criado: Sexta, 09 de Março de 2018, 19h17 | Última atualização em Segunda, 09 de Abril de 2018, 16h52

A manifestação artística foi a base da aula dos alunos e favoreceu um momento para discutir a educação profisssional em diferentes instâncias

Os alunos do mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) do polo instalado no IFG-Câmpus Anápolis tiveram uma aula especial na manhã desta sexta-feira, 9. Ao invés da sala onde costuma desenvolver suas atividades acadêmicas, a turma foi convidada a se dirigir ao teatro da Instituição para assistir à apresentação da peça teatral “Quixotescos”, da Cia. de Teatro Concreto e Abstrato. A proposta teve como finalidade principal a discussão da educação, mundo do trabalho e das práticas educativas em EPT nos diferentes níveis e modalidades de ensino, nas diversas concepções político-pedagógicas.

A iniciativa da ação cultural envolvendo artes cênicas foi abordada no contexto da disciplina Práticas Educativas em Educação Profissional e Tecnológica do Mestrado ProfEPT, que é ministrada pela professora Cláudia Helena Araújo e pelo professor Wanderley Azevedo de Brito. "O objetivo na formação dos mestrandos com essa atividade foi realizar uma interface entre as práticas educativas, seus fundamentos espistemológicos e a organização do trabalho pedagógico, contextualizando educação em âmbitos diversos", destaca a professora Cláudia Helena.

  

Confira galeria de fotos aqui

 

Sinopse da peça Quixotescos (Fonte: Cia. de Teatro Concreto e Abstrato)

Deuses e Deusas representando os quatro elementos são habitantes do planeta Sores localizado em um sistema solar camuflado no infinito espaço sideral e carregam a missão de ajudar a evolução dos países subdesenvolvidos de outros sistemas solares. Aguardam calmamente o despertar de seu superior, Veus o Deus dos Deuses, que dorme aproximadamente três décadas.


Ao despertar, o Deus supremo, após um curto diálogo, todo eufórico, indaga sobre a missão a eles destinada em ajudar o país caçula da América do Sul do planeta Terra, a deixar de ser país emergente tornando-se país de primeiro mundo.


Inicia-se então um turbilhão de perguntas sobre a atual realidade do país cujas respostas não agradam nem um pouco o Deus dos Deuses que se enfurece gradativamente e, no desespero dos Deuses cobrados, com a ajuda do alquimista Jostradamus, surge uma solução que trará grande alívio ao sofrível povo daquele querido país.

 

 

 

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Anápolis

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