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Especialização

Primeira turma de especialização a distância do IFG defende seus trabalhos até o fim deste mês

Criado: Terça, 12 de Maio de 2020, 17h49 | Última atualização em Terça, 19 de Maio de 2020, 21h44

As defesas estão sendo transmitidas online pelo Google Meet e são abertas à comunidade.

Banca online da estudante Amanda Valadão Borges realizada nesta manhã
Banca online da estudante Amanda Valadão Borges realizada nesta manhã

Desde 4 de maio, estudantes concluintes do curso de Especialização em Docência em Educação Profissional, Técnica e Tecnológica do Polo Formosa do Instituto Federal de Goiás (IFG), na modalidade Educação a Distância (EaD), estão participando de defesas online do seu artigo/monografia de conclusão de curso frente a bancas compostas por professores de diversas instituições, como Universidade de Brasília (UnB), Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS/Câmpus Restinga), Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Fiocruz, além do IFG .

O projeto de curso foi proposto pelo Câmpus Senador Canedo e é ofertado com cooperação da Universidade Aberta do Brasil (UAB) desde 2018, por meio de fomento da Capes. Além do Polo Formosa, outras cidades também disponibilizam a especialização: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Inhumas, Jataí, Luziânia e Senador Canedo. Os especialistas encerram até o fim do mês a carga horária total do curso – 450 horas , com as defesas dos trabalhos. As aulas seguiram a distância, mas com alguns encontros presenciais.

O aluno Aurélio Matos Andrade abriu o período de defesas, na última segunda-feira, 4. Orientado pelo professor do IFG/Câmpus Formosa, Waldeyr Mendes Cordeiro da Silva, apresentou o trabalho “Recursos Educacionais utilizados por profissionais do ensino técnico e superior que lidam com alunos com transtorno do espectro autista”. Participaram da banca a professora Ariane Bocaletto Frare, do IFG/Câmpus Formosa, e Daniella Cristina Rodrigues Pereira, da Fiocruz.

Hoje, Amanda Valadão Borges e Norma Lucia Neris de Queiroz defenderam seus trabalhos "A educação profissional e tecnológica no Brasil: um espaço de reprodução ou superação?" e "A inclusão de estudante deficientes na educação profissional e tecnológica".

Na sexta-feira, será a vez das alunas Nayara Gabriella Pereira Almeida e Juliane Enéas Lira, orientandas do professor Lemuel da Cruz Gandara. A primeira apresentará o trabalho “EJA e a educação profissional no Brasil: trajetória e dificuldade dos alunos com o uso das tecnologias nos institutos federais”, que conta com a orientação do professor Lemuel da Cruz Gandara e co-orientação de Waldeyr Mendes Cordeiro, às 10 horas da manhã. Já Juliane defenderá sua monografia “A contribuição do psicólogo nas instituições de ensino para o desenvolvimento do aluno” às 14 horas. As bancas ocorrem até o final de maio.

Entretanto, servidores do IFG também puderam participar da seleção realizada na época e agora estão entre os concluintes. É o caso da pedagoga do Câmpus Formosa, Marilene Antônia dos Santos Muniz, que acumula no currículo outras titularidades e defendeu na sexta-feira, 8, a monografia intitulada "Políticas públicas e o processo de implantação dos NAPNES como ferramentas de apoio à inclusão na educação profissional". 

 

Setor de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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