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Câmpus Anápolis e Goiânia lançam projetos e cursos à comunidade

Em Anápolis são três cursos de formação profissional e ações sociais. No Câmpus Goiânia as vagas são para curso de capoeira

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Dois câmpus do Instituto Federal de Goiás estão com projetos e cursos voltados para a comunidade local. Em Anápolis, o projeto de extensão denominado "Terra, mãos e sonhos no Câmpus Anápolis: uma proposta de intervenção nas condições de vulnerabilidade social no Residencial Copacabana e Vale das Laranjeiras” é uma iniciativa que envolve a comunidade acadêmica da unidade, moradores do Copacabana e Vale das Laranjeiras e outros voluntários da sociedade civil em prol da realização de três cursos de formação profissional e de outras ações sociais voltadas para esta região vizinha ao Instituto, como aulas de artes marciais para crianças.

Os cursos a serem ofertados são: “Horticultura Orgânica de Base Comunitária” (80 vagas, 760 horas); “Delícias da panificação: do convencional ao sem glúten e lactose” (100 vagas, 360 horas); e “Marcenaria e Artesanato Ecológico: designs da modernidade” (80) vagas, 320 horas). Os cursos terão início em outubro de 2017. Todo projeto de extensão terá duração total de dois anos e receberá financiamento por meio de parcerias com redes de pesquisas, editais, doações da iniciativa privada e serviços voluntários.

Na programação destas atividades, também serão incluídos encontros com a seguinte temática: “Formação política, trama de valores, convivência, organização social, esportes e estímulos aos sonhos”. O coordenador-geral do projeto, professor Alessandro Silva de Oliveira, explica que o tema tem a ver com a percepção de que existe, no Residencial Copacabana e no Vale das Laranjeiras, a necessidade de formação que vise ao empoderamento desses moradores para que eles consigam interagir, identificar, analisar e reagir frente às mais diversas situações que existem no local. "A questão dos sonhos é porque na dureza do lugar nós percebemos que muitas pessoas perdem a vontade de sonhar e, com isso, de reagir frente às situações de brutalidade com as quais se deparam no cotidiano", complementa o docente do Câmpus Anápolis.

Além dos cursos, pretende-se dar continuidade a iniciativas de aproximação entre membros do IFG e da região.
Já está em curso uma parceria para a cessão do espaço do câmpus para aulas de jiu jitsu, karatê e muay thay oferecidas nas tardes de sábados a crianças, projeto desenvolvido pelos professores Eriksen Cruz, Antônio Alcebíades Júnior, Amanda (que é ex-aluna do câmpus) e Thais. Outra iniciativa que vai ser incluída no projeto antes do início dos cursos de formação profissional é a campanha de arrecadação de brinquedos e alimentos a ser promovida pela comunidade acadêmica do IFG em favor dos moradores do Copacabana e região, para comemorar o dia das crianças, 12 de outubro.

Mais informações acesse a página do Câmpus Anápolis.

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Anápolis.

 

Câmpus Goiânia


Já o Câmpus Goiânia está ofertando aulas de capoeira angola focalizadas no atendimento às mulheres negras, que ocorrem às terças e quintas-feiras, às 19 horas, no miniginásio. A atividade é uma das realizações do projeto de extensão Nossa Diáspora Negra, que propõe a realização de rodas de capoeira e de saberes da comunidade negra a serem desenvolvidas no Câmpus Goiânia, entre os meses de agosto e dezembro deste ano.

A participação na roda é gratuita, aberta às mulheres interessadas e a faixa etária é livre. Para participar das rodas, basta comparecer à atividade. O projeto conta com a coordenação das professoras do Câmpus Goiânia, Janira Sodré Miranda e Luciene de Almeida.

Professora e coordenadora do projeto de extensão, Janira afirma que foi necessário realizar um recorte étnico-racial e de gênero, privilegiando a participação feminina nas rodas de capoeira. “Na verdade, a capoeira é uma prática masculina tradicionalmente. Então, se a gente não fizer esse recorte, as mulheres terão dificuldade para participarem. Existe esse recorte de gênero com a ideia de que as mulheres negras possam se apoderar dessa tradição e trazê-la para seus corpos, fomentando a cultura negra nos espaços onde essas mulheres trabalham e estudam”, afirma a professora.

Além da promoção da capoeira entre mulheres da comunidade negra, serão realizadas também rodas de saberes na programação do projeto. As rodas de saberes serão promovidas quinzenalmente, a partir do mês de outubro até novembro deste ano, sempre às quartas-feiras, no Câmpus Goiânia, às 19 horas, com participação aberta a toda comunidade. No encontro, mestres de tradições negras, lideranças comunitárias, coletivos negros e grupos de pesquisadores na temática étnico-racial falarão aos participantes.

“A gente quer trazer para cá pessoas que possam nos dizer a história do movimento negro, as trajetórias das pessoas negras que são mestres de tradição na congada, no candomblé, na capoeira. A intenção é trazer esses outros saberes e essas vozes, que são autorizadas nas suas comunidades, para conversarem com nossos estudantes”, destaca a professora Janira Sodré. Os encontros das rodas de saberes ocorrerão em outubro, após as férias acadêmicas no mês de setembro no Câmpus Goiânia.

O projeto de extensão Nossa Diáspora Negra é resultado de intervenções realizadas pelo Coletivo de Negros e Negras, desde 2008, no Câmpus Goiânia.

 

Mais informações sobre o projeto acesse a página do Câmpus Goiânia.

 

Coordenação de Comunicação Social do Câmpus Goiânia.

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