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Seminário

VII SIC é encerrado com palestra sobre Matemática e pesquisa

Criado: Quarta, 19 de Abril de 2017, 20h23 | Última atualização em Sexta, 05 de Maio de 2017, 18h01

Foram dois dias de atividades intensas, que destacaram o que o IFG Câmpus Anápolis vem desenvolvendo na área de Pesquisa

Professora Katia, em sua palestra de encerramento do VII SIC
Professora Katia, em sua palestra de encerramento do VII SIC

O VII Seminário de Iniciação Científica do IFG Câmpus Anápolis foi encerrado na noite desta quarta, 19. Após uma apresentação musical do professor Tharsis Souza, o professor Antônio Borges apresentou seu projeto de pesquisa  e em seguida aconteceu a palestra de encerramento, com a professora Katia Cilene Costa Fernandes, que abordou o tema “Matemática e pesquisa”.

O professor Antônio discorreu sobre seu projeto, no qual faz a análise de formação de cluster no Distrito Agro-industrial de Anápolis – DAIA. A pesquisa, desenvolvida há um ano, busca identificar se realmente existe esse cluster e qual o impacto dele no desenvolvimento da cidade e região, tanto em termos econômicos quanto de qualidade de vida. Já a professora Katia, que trabalha no Câmpus e está de licença para conclusão de seu curso de doutorado, buscou, em sua palestra, instigar os estudantes a terem um novo olhar para a otimização combinatória, vertente da Matemática que é aplicada a várias áreas e cursos e que é seu objeto de estudo. Também procurou dar uma noção da pesquisa que vem desenvolvendo no doutorado.

O VII SIC foi considerado um sucesso pela organização do evento, que viu todas as atividades com público interessado e participativo. Só para a mostra de projetos de pesquisa houve mais de trezentos inscritos e para a palestra de encerramento, duzentos e dez. Elza Gabriela, gerente de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão do Câmpus avaliou positivamente as apresentações realizadas e o envolvimento da comunidade acadêmica. “Tivemos uma grande participação dos alunos e acreditamos que a área da pesquisa saiu fortalecida deste Seminário”, afirmou.

 

Grupos de Pesquisa

O segundo dia do Seminário foi também de muitas atividades. Pela manhã houve a apresentação de banners e continuou a mostra de pesquisas, no Teatro. Às 15h, na sala Multimeios 3, aconteceu a apresentação do Núcleo de Pesquisas e Estudos na Formação Docente e Educação Ambiental – NUPEDEA. O Núcleo surgiu no ano de 2012 e desde então tem contado com um número crescente de componentes. Nele acontecem reuniões semanais e vivências periódicas nos campos de pesquisa. Com isso, trabalha-se em sinergia no desenvolvimento dos projetos de pesquisa, ensino e ações de intervenção na comunidade.

Um dos projetos de destaque corresponde à pesquisa de intervenção realizada, desde 2013, em uma pequena comunidade de produtores familiares agrícolas, localizada no distrito de Joanápolis, município de Anápolis. Nessa área predominam situações de risco à saúde dos agricultores pela alta exposição aos agrotóxicos. Visando intervir nesse quadro de vulnerabilidade, o estudo é desenvolvido, com a atuação dos membros do NUPEDEA, nos locais onde trabalham os produtores familiares.

 

Mostras

Um total de 14 projetos de pesquisa em desenvolvimento foram apresentados ao longo do dia no Teatro. O professor Sandro Safadi é orientador em três desses projetos. Para ele, o SIC é um momento ímpar em que o IFG se mostra verdadeiramente como espaço onde alunos do ensino médio fazem pesquisa. “Em termos de formação humana, esse é o diferencial que o Instituto oferece: a possibilidade de desde o ensino médio se ter contato com a pesquisa e, por esse meio, ampliar a visão de mundo do aluno"– destaca o professor.

Isso se confirma com a impressão dos próprios alunos participantes.  Para Yolanda Giuria, aluna do curso técnico em Edificações, o Seminário é um importante momento para que os alunos que estão chegando à instituição conheçam os projetos que estão sendo desenvolvidos e os alunos que participam desses projetos possam mostrar o que têm feito.  Orientanda do professor Sandro no projeto “Levantamento e tratamento de dados preliminares das práticas sociais que promovem autenticidades em meio aos processos hegemônicos de ocupação urbana em Anápolis”, Yolanda afirma que participar do projeto tem sido uma experiência altamente enriquecedora. “Além do conhecimento que a gente adquire nas leituras e nas aulas, tem o conhecimento da comunidade. Com a pesquisa, a visão que eu tinha da cidade mudou”, conclui.

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Anápolis

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