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INVENÇÃO

Inventor João Garrote ministra palestra no Câmpus Senador Canedo

Criado: Terça, 15 de Maio de 2018, 15h37 | Última atualização em Terça, 29 de Maio de 2018, 13h12

Atividade foi acompanhada por alunos, docentes e técnico-administrativos

João Garrote apresenta uma de suas invenções aos estudantes

Durante a manhã de ontem, 14, o Câmpus Senador Canedo do Instituto Federal de Goiás (IFG) recebeu o inventor, ex-aluno da Escola Técnica de Goiânia (nome que o IFG entre 1942 e 1965) e Procurador aposentado, João Garrote, que ministrou palestra sobre o processo inventivo. A atividade, realizada na Biblioteca Municipal Arlete Tenório Castro, contou com as presenças dos alunos do curso Técnico em Automação Industrial, docentes e técnico-administrativos e teve com objetivo despertar nos estudantes o interesse pela invenção.

João Garrote disse aos estudantes que durante os seus 82 anos elaborou inúmeras invenções e que tem a patente registrada de 35. Uma de suas criações é o “Pegador de Pequi”, talher que ele desenvolveu para facilitar o consumo do fruto sem sujar as mãos. “Toda vida eu fui criativo. Desde criança eu inventava as coisas”, contou.

Mesmo tendo uma aptidão nata, ele sublinha que a Escola Técnica de Goiânia contribuiu para o seu aprimoramento. “A Escola Técnica me proporcionou o conhecimento de várias áreas e isso me deu maior noção de como fazer aquilo que eu queria fazer. Então isso fez despertar ainda mais em mim a vocação pela invenção”, relatou.

Garrote sublinhou que todos podem ser inventores, bastando, para tanto, o esforço de cada um em busca do conhecimento e a condição adequada para tirar a ideia do papel. “Quanto à condição, eu estou ajudando. Doei para o Câmpus Senador Canedo diversos equipamentos. Doei um torno mecânico, uma furadeira de bancada nova, cerca de 300 micromotores, um motor esmeril e uma serra-fita, além de ferramentas. Doei um punhado de coisas”, disse.

Danilo Ferreira, do 2º ano de Automação Industrial, ficou impressionado com as invenções de Garrote. “Ele, a partir de objetos muito simples, criou soluções que simplificaram os processos, como o aparelho de barbear”, destacou. Para Mariana Adriana, do 1º ano, a palestra foi importante, porque mostra, ao contrário do senso comum, que todos podem inventar. “Todo mundo tem essa criatividade dentro de si, basta trabalhar isso”, disse.

A Escola Técnica de Goiânia

Escola Técnica de Goiânia foi o segundo nome que a instituição que hoje denomina-se IFG recebeu ao longo de sua história, tendo sido antecedido por Escola de Aprendizes e Artífices, quando criada em 1909. Instituída em 1942, por meio do Decreto-lei nº 4.127, a nomenclatura Escola Técnica de Goiânia vigeu até 1965.

Em agosto de 1965, a instituição passou a se chamar Escola Técnica Federal de Goiás (ETFG), a partir da lei nº 4.759. Em 1999, a ETFG foi transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás (CEFET-GO). Foi então em 2009, através da Lei nº 11.892/2008 que os CEFETs receberam o nome de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, os IFs, denominação que ainda vige.

Veja a carta que o inventou João Garrote escreveu em agradecimento à Escola Técnica.


Saiba mais sobre a história do IFG aqui.

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Senador Canedo.

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