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Planejamento

Orçamento é debatido em reunião geral

Criado: Sexta, 08 de Fevereiro de 2019, 18h46 | Última atualização em Quinta, 28 de Fevereiro de 2019, 14h28

A novidade para 2019 é que o câmpus fomentará projetos de pesquisa e extensão com recursos próprios

Um novo ano começa para mais de 900 estudantes do ensino regular do Câmpus Formosa do Instituto Federal de Goiás (IFG) na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro. Os preparativos para a recepção de calouros e veteranos foram feitos durante toda a semana por professores e técnicos administrativos, durante reuniões pedagógicas e técnicas. O orçamento estava na pauta da reunião geral, conduzida pelo diretor-geral do câmpus, professor Murilo de Assis Silva, ontem à tarde, no Teatro Guaiá, com a participação de servidores docentes e técnico-administrativos.

No início da reunião, a gerente de Administração, Claudia Helena Goulart, falou sobre a expectativa para este ano da instalação de placas de energia fotovoltaica. Em 2018 todas as lâmpadas fluorescentes do câmpus foram trocadas por lâmpadas LED, a fim de contribuir na redução dos gastos com energia elétrica e preparar o câmpus para receber a nova tecnologia. Outra importante ação foi a instalação de refletores no estacionamento, que ajudam na segurança do câmpus.

Claudia também informou que o câmpus abriu nova licitação para serviços da cantina e que a concorrência segue aberta até o dia 18 deste mês. A manutenção predial também foi assunto tratado, sendo comunicada a aquisição de novos bebedouros, correção dos banheiros do teatro, proposta para medida de utilização de catraca livre e a realização da dedetização do câmpus.

O diretor reforçou o uso do SUAP pelos servidores para a tramitação de processos e pré-agendou uma reunião com os técnicos administrativos para o dia 26, a fim de discutir o redimensionamento.

Orçamento 2019

A definição do orçamento do ano seguinte é realizada no final do ano corrente. O recurso destinado ao Câmpus Formosa para 2019 é da ordem de R$1.950.437,87, cerca de 200 mil reais a mais que no último ano. Para utilização deste recurso, a Direção-Geral apresentou uma proposta que levou em conta análises feitas sobre os anos anteriores, a conjuntura e as necessidades do câmpus.

Em iniciativa inédita, o câmpus utilizará o seu próprio recurso no fomento de bolsas de ensino e extensão. “A proposta surgiu a partir do que ficou definido no PDI”, explicou Murilo. A proposição foi definida em reunião da equipe de gestão no mês de janeiro, que discutiu metas presentes no Plano de Desenvolvimento Institucional e como alcançá-las. “A ideia surgiu para tentar atingir já no âmbito do Câmpus as metas estabelecidas, sem esperar uma proposição da Reitoria”, justificou o diretor-geral. A proposta foi aprovada pela comunidade presente com alguns ajustes em relação aos valores.

Com 89% do orçamento destinado aos contratos de serviços, a outra fatia do bolo – 11% - precisou ser dividida entre custeio e assistência estudantil. Diversos itens, como diárias, visitas técnicas, monitorias, Programa de Capacitação (PROCAP) Estudantil, bolsas de projetos de pesquisa, de extensão e ensino, materiais de consumo, entre outros, foram foco no debate.  A polêmica da reunião girou em torno de como atender as demandas sem comprometer a assistência aos estudantes.

O quebra-cabeça fechou quando a grande maioria optou por ampliar os recursos para projetos de extensão (R$20 mil), de ensino (R$10 mil), para PROCAP Estudantil (R$16.960,00) e materiais de consumo destinados aos projetos de extensão (R$10 mil). Contudo, houve redução de recurso para diárias administrativas e extinção de bolsas de iniciação científica, que seriam custeadas pelo câmpus. Os estudantes ainda poderão concorrer a bolsas de iniciação científica nos editais lançados pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG), PIBIC, PIBIC-EM e PIBIT.

Os auxílios tratados não se referem aos auxílios estudantis, como auxílio permanência, moradia, alimentação, etc. Foram discutidos apenas os auxílios referentes a visitas técnicas, monitoria, PROCAP Estudantil, bolsas para projetos de ensino e bolsas para projetos de extensão. 

Murilo justificou a ausência de valores para bolsas de iniciação científica, por ser opção da comunidade. “As bolsas de iniciação científica também seriam contempladas na proposta da gestão, entretanto a comunidade do Câmpus presente definiu que seriam financiadas apenas bolsas para os projetos de ensino, para projetos de extensão, monitoria e materiais para a extensão”, explicou.

Outras questões, como segurança no câmpus, serão debatidas em uma próxima reunião geral a ser marcada com toda a comunidade.

 

Setor de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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