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Ciência

Drone ajuda pesquisadores do IFG a mapear a situação de dezenas de nascentes em comunidades rurais

 A pesquisa é desenvolvida pelo Câmpus Valparaíso por meio do Núcleo de Agroecologia e Sistemas Produtivos Orgânicos

  • Criado: Quinta, 13 de Dezembro de 2018, 09h32
  • Última atualização em Segunda, 14 de Janeiro de 2019, 10h05
Imagem área via drone em comunidade rural
Imagem área via drone em comunidade rural

A tecnologia veio para somar força junto aos pesquisadores do Núcleo de Agroecologia e Sistemas Produtivos Orgânicos (Naspo) do Câmpus Valparaíso do Instituto Federal de Goiás. Desde o início deste semestre, um drone está ajudando a mapear a situação de nascentes nas comunidades Indaiá e Sarandi, localizadas em Luziânia (GO) . Somente esta semana, foram três nascentes mapeadas. Ao todo, já são dez e o objetivo é alcançar dezenas de fontes. “O drone, ele abre meus olhos, dá uma visão mais ampla do projeto”, explica Lucivânio Oliveira, vice-coordenador do Naspo.

 

Assista aqui um dos vídeo realizados em uma das nascentes nesta semana (para vê-lo em melhor resolução, acesse o Facebook do Câmpus Valparaíso)

 

Drone sendo preparado para as filmagens

 

 “O drone dá a coordenada geográfica da área e a gente irá conseguir ver o desenvolvimento destes locais”

Este estudo está sendo desenvolvido por meio de Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (PIBIC-EM): “Plantio de Mudas para Recuperação de Nascentes Degradadas- Estudo de Caso na Comunidade Sarandi-Indaiá”, orientado pela laboratorista do Câmpus Márcia Rosa, tendo como alunos voluntários: Caio Vinícius Florentino e João Rafael Fernandes, e coordenação do professor de biologia e vice-coordenador do Naspo Lucivânio Oliveira. Sobre o uso da tecnologia, Márcia fala sobre a importância: “O drone dá a coordenada geográfica da área e a gente irá conseguir ver o desenvolvimento destes locais”.

 

Com o mapeamento das nascentes, é possível verificar o estado delas e montar um plano de manejo e recuperação. Entre as que já foram mapeadas, foi possível identificar algumas que possuem baixo nível de água e nascentes com áreas muito degradadas. “Existe um risco de desaparecer”, destaca o professor Lucivânio sobre estas fontes.

 

Entre as propostas que serão levadas para os agricultores familiares, estão: cercar as áreas degradas e levar mudas de espécies da própria região para plantar nos arredores das nascentes. Para este último objetivo, os pesquisadores estão coletando sementes da área e as cultivando. As primeiras mudas a serem plantadas na comunidade por meio deste projeto serão levadas na próxima visita do Naspo a comunidade rural: e, serão de Angico. Outras espécies também serão cultivadas. Em médio prazo, já se espera efeitos: “Daqui há dois anos, a gente irá fazer uma comparação das imagens, para vermos se teve resultados satisfatórios”, conta Lucivânio.

 


Além desta iniciativa, o Naspo realiza diversos outros trabalhos. Veja mais em:
www.ifg.edu.br/valparaiso/campus/pesquisa/nucleos-de-pesquisa?showall=&start=1

 


Mais imagens deste trabalho em:

www.facebook.com/ifgvalparaiso

 

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Valparaíso

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