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Audiovisual

Professor lança música produzida com estudantes do curso de cinema e produção de áudio e vídeo

Criado: Terça, 03 de Março de 2020, 11h37 | Última atualização em Segunda, 16 de Março de 2020, 07h39

“Alfabeto do canhoto” está disponível para ser ouvida nas plataformas digitais

O professor Guilherme Martins lançou no último dia 01 de março a música “alfabeto canhoto” composta por ele e por estudantes do bacharelado em Cinema com a participação dos estudantes do curso técnico integrado em produção de áudio e vídeo. O processo de criação coletivo iniciou com um som enviado por um estudante, o professor gostou e resolveu completar com a gravação de alguns instrumentos e com a participação de outros estudantes. O resultado foi uma mistura de blues com rap e uma letra que fala sobre educação.

Saxofone, guitarra, bateria e gaita são os instrumentos utilizados para compor a música e a letra foi escrita a partir da vivência do próprio professor em colaboração com Daniel Vila Boa. “Quando comecei a experimentar uma letra percebi que precisava falar sobre minha experiência como educador, da dificuldade em ensinar no interior do país, onde o processo de alfabetização generalizada deveria, mas ainda não foi concluído. Assim, foi inevitável trazer o Paulo Freire, que hoje está sendo demonizado enquanto o povo sofre com o analfabetismo”, explica Guilherme.

A parte da música que é um blues foi gravada na Ceilândia – DF por EdBugue, integrante de uma banda de rap, que Guilherme considerou o timbre de voz perfeito para o estilo musical. Já a parte do rap foi gravado pelo ex-aluno do curso Bacharelado em Cinema, Agnaldo Basílio (Agô) que, acostumado ao samba, se arriscou no canto falado do rap e acabou se redescobrindo “um rapper de primeira linha, tanto nas letras quanto no jeito de cantar”, como revela o professor.

Todo o processo de gravação e mixagem da música foi realizado em três meses. Sobre a mistura de ritmos Guilherme demonstra que não foi aleatório, pois acredita haver uma conexão forte entre os dois gêneros: “existe uma conexão forte, ambos são formas de resistência da música negra, um nascido no campo, o outro nas cidades, um na encruzilhada, o outro nas esquinas”.

 

Acesse aqui para ouvir a música

 

Comunicação Social/câmpus Cidade de Goiás

 

 

 

 

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