Ir direto para menu de acessibilidade.

GTranslate - Tradução do site

ptenfrdeitesth

Opções de acessibilidade

Você está aqui: Página inicial
Início do conteúdo da página

Rede Federal tem urgência na recomposição orçamentária para 2024

Publicado: Quarta, 03 de Janeiro de 2024, 13h24 | Última atualização em Quarta, 03 de Janeiro de 2024, 13h26

O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), em nome de seus 38 Institutos Federais, 2 Cefets e do Colégio Pedro II associados, vem por meio desta externar sua grande preocupação e apreensão diante dos cortes sofridos em seu orçamento, aprovados na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2024.

 

Após envidar grandes esforços junto aos parlamentares para aumento do orçamento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que já não comportaria a necessidade das instituições, e contando ainda com o auxílio da Comissão de Educação da Câmara - por meio de moções de apoio à recomposição orçamentária – e do próprio Ministério da Educação, a Rede sofreu um corte de, aproximadamente, 30 milhões em seu orçamento para 2024.

 

Tal situação prejudicará não somente o custeio das unidades, desde o pagamento das despesas básicas com água, limpeza e segurança, como impactará também nossos estudantes, que necessitam da alimentação escolar e das bolsas de assistência estudantil. Um exemplo desse impacto é o Colégio Pedro II, que abarca desde a Educação Infantil à Pós-graduação, que sofreu um corte na ordem de R$6.8 milhões na assistência estudantil, fato que inviabiliza o fornecimento de auxílio aos seus estudantes.

 

Ante o exposto, os (as) dirigentes da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica reiteram a urgente necessidade de recomposição orçamentária de suas instituições, que segundo os dados do Fórum de Administração e Planejamento do Conif (Forplan), responsável pela elaboração de estudos orçamentários de toda a Rede Federal, o valor de referência para a garantia de funcionamento mínimo de nossas instituições, para o próximo ano, é de R$4.1 bilhões, já acrescido da correção do IPCA (5,79%), bem como a evolução das matrículas. A LOA 2024 aprovada conta apenas com R$2.47 bilhões, fato que evidencia a necessidade de complementação na ordem de R$1.5 bi.

 

Para que possamos continuar a cumprir nosso papel indutor e executor de políticas públicas educacionais e assegurar a educação de qualidade socialmente referenciada ao país, contamos mais uma vez com a sensibilidade e compromisso do Congresso e do Governo Federal, que tanto defendem a Educação como bem público e prioritário para o país, para a reversão desse grave quadro.

 

Brasília, 28 de dezembro de 2023.

 

Fim do conteúdo da página